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GMARIN escreve sobre projeto ERP

Postado por: Nilton Lopes - 9/18/2014


Estamos preparados para implementar um ERP?

Gustavo Marin, Diretor da GMARIN Negócios e Tecnologia, compartilhou conosco um artigo de sua autoria abordando um importante tema, "Estamos preparados para implementar um ERP?". Confira este excelente artigo e fique preparado para futuras implantações de sistemas dentro de sua empresa.
Link: https://docs.google.com/file/d/0BwzvHUi9i9weZ2FXT3RlRjJkb0E/edit
Site da GMARIN: http://www.gmarin.com.br

PMI-SP realiza seminário sobre Soft Skills

Postado por: Nilton Lopes - 8/26/2014
A cada novo projeto, além dos desafios mais comuns que são o cumprimento do escopo, prazo e custo acordados, existem os desafios de liderar uma equipe de projetos. E quando passamos por esse desafio, muitas vezes nos perguntamos, qual a melhor maneira de um líder motivar e aprimorar cada integrante de sua equipe?

Pensando nisso, o PMI São Paulo realizou no dia 26 de agosto no auditório da Uninove na Barra Funda um seminário abordando esse importante tema, reunindo grandes nomes experientes no assunto: Eduardo Marino, Marcia Vasconcellos, Eduardo Malta Campos, Rosária Russo, Osvaldo Keller e Fábio Garcia. 

Saiba um pouco sobre o que cada um deles puderam agregar em nossos futuros projetos. 

O gerente da área de avaliação e pesquisa da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Eduardo Marino, foi o responsável pela primeira palestra da tarde na qual abordou as lideranças adaptativas. Segundo ele, qualquer pessoa consegue ser um bom líder, o que não significa que o cargo seja permanente. “É possível uma pessoa aprender a ser líder porque ninguém nasce com carisma, um dos fatores importantes para um líder. O carisma de uma pessoa é construído a partir de vivências pessoais, que começam na infância e vão até a idade adulta”, esclarece. Marino enfatizou que existem três bases para a liderança adaptativa, são elas: evolução humana (como o indivíduo se desenvolve e lida com mudanças no mundo), mudanças e adaptações em sistemas complexos (como lida com crises, por exemplo) e teorias organizacionais e de liderança. [Fonte: PMI-SP]


A segunda palestra foi da psicóloga e coach, Márcia Vasconcellos, que abordou quais atitudes deve ter um líder coach com sua equipe. “A principal ferramenta do líder coach é a pergunta. A intenção é gerar uma
atitude no liderado, fazer com que saia da inércia, muitas vezes do comodismo. Isso não significa que o líder não possa dar a resposta ao ver alguma situação em que o liderado tenha pouco conhecimento técnico da área na qual está inserido. Portanto é muito importante o líder estar atento à tarefa delegada para cada liderado, saber o nível de maturidade e notar se a pessoa em questão está preparada. É fundamental conhecer cada funcionário”, finaliza. [Fonte: PMI-SP]


Dinâmicas humanas foi o tema da terceira palestra do dia, ministrada pelo consultor Eduardo Malta. Na visão do especialista existem quatro pontos fundamentais para a pessoa estar ligada a uma empresa: “com os ideais da instituição (trajetória, valores, visão e objetivos), motivação em trabalhar naquele local (sentir prazer em estar ali), dedicação e segurança (quando a empresa oferece salário atrativo)”.

Malta esclarece que, estabelecendo essas relações, existem quatro tipos de profissionais nas empresas. “Podemos listar em ordem decrescente: empregado, funcionário, colaborador e parceiro. Um pode e deve ser a evolução do outro, depende do interesse de cada pessoa, o ideal é termos cada vez mais parceiros nas empresas para o trabalho render muito mais e o resultado ficar visível a todos”, finaliza. [Fonte: PMI-SP]

O ciclo de palestras foi continuado por Rosália Russo com o tema “Decisão e Intuição na gestão de projetos”. [Fonte: PMI-SP]

Tivemos a palestra pelo gerente de tecnologia da informação da DPaschoal, Osvaldo Keller, com a palestra “Team Building”. Osvaldo levantou alguns pontos importantes do “Team Building”, como a preparação da formação de uma equipe começa coma compreensão de como as pessoas trabalham individualmente. O líder deve conhecer muito bem sua equipe de forma individual para conseguir se criar interação entre a equipe e alcançar grandes resultados.
Pontos importantes do Team Building que foram ressaltados pelo palestrante: Não é milagre, Não é simples ou fácil, O processo deve ser continuo, ninguém “cria” nada no indivíduo, somente desperta suas características, as mudanças devem ser estimuladas e Não devemos perder o foco.

Osvaldo mostrou um exemplo prático de uma forma muito animada utilizando a preparação de um bolo.  Tentaremos passar aqui a ideologia apresentada, que sem dúvidas, foi um dos melhores momentos do seminário.

Projeto: Bolo
Objetivo apresentado: O trabalho em equipe
Membro 1: O Ovo, se sacrifica para que o projeto aconteça e até se quebra pelo projeto.
Membro 2: Açúcar, o pé de cana.
Membro 3: Farinha, Pressionado. O cara foi moído e ainda está firme no projeto.
Membro 4: Óleo, aquele cara liso, sempre se esquivando.
Membro 5: Leite, O cara que se classifica muito, é A, B ou C.
Sponsor: O Batedor: Tempo, escopo, custo.
Líder: O Fermento, o cara responsável para fazer o processo químico para unir todos os membros da equipe em prol de um objetivo único.

Emoção, liderança, confiança, união, força. Com tudo isso se cria um time e cada individuo não volta a ser o que era anteriormente. Forma-se um time. By Osvaldo Keller.

Finalizando o seminário com a palestra do especialista em tecnologia da informação, Fábio Garcia, que demonstrou como motivar uma equipe na prática.






Frases que motivaram o Fábio:
...Se você pode sonhar, você pode fazer (Walt Diney)
Se você estivesse tentando, você conseguiria... (Nick Bollettieri)

Falou sobre a importância do “CHA”, conhecimento, habilidade e atitude.
Apresentou uma pesquisa sobre uma seguinte pergunta. “O que os profissionais sonham?” e a maioria sonha com o crescimento profissional.  Se você pode dar isso a ele, dê. Que o estará motivando.

Para motivar, queira entender as pessoas. Finaliza.

Gold Plating em Projetos

Postado por: Nilton Lopes - 8/03/2014
Gold Plating é um termo bem conhecido para os profissionais da área de gerenciamento de projetos. Gold Plating vem do inglês e significa banhar a ouro ou trabalho supérfluo. O gerente ou equipe do projeto adiciona ao escopo do projeto novas funcionalidades ou entregas que não foram solicitadas pelo cliente visando ajudar ou impressionar o cliente, agindo como “adivinhos”.

O intuito de agradar o cliente pode ser bom, porém, é um erro gravíssimo cometer esse tipo de ação, pois além de fazer com que o projeto tenha um esforço adicional e um possível custo superior ao planejado, a qualidade pode ser comprometida.

O PMI (Project Management Institute) abomina essa prática e ressalta no PMBOK, na área de conhecimento do Escopo que o gerenciamento do escopo “inclui os processos necessários para assegurar que o projeto inclui todo o trabalho necessário, e apenas o necessário, para terminar o projeto com sucesso”. O controle e entendimento dessa disciplina é fundamental para que o trabalho supérfluo seja evitado.

Há diversas consequências do uso dessa prática, tais como desperdício de tempo pela perda de foco dos executores, risco de tornar-se um ponto adicional de falhas no sistema, insatisfação do cliente, aumento de custos e atrasos significativos no projeto.

Abaixo um vídeo que ilustra a insatisfação do cliente.



Dicas para se evitar o Gold plating pela equipe do projeto:

Mostre à sua equipe o conceito do gold plating e suas possíveis consequências.
Exponha o caminho correto para realizar as mudanças.
Assegure-se de que as equipes saibam qual o objetivo do projeto e que haja consenso sobre o produto final.
Evite projetos com escopo genérico e passível de má interpretação.

Evite o Gold plating e assegure a qualidade das entregas em seu projeto!

PMI-SP realiza Seminário sobre PMO

Postado por: Nilton Lopes - 7/20/2014
Estivemos presentes no seminário sobre PMO realizado pelo PMI-SP no dia 18 de Julho e falaremos nesse post sobre os assuntos que foram abordados no seminário, tais como, modelos de PMO, como lidar com as dificuldades, desafios e as técnicas de implantação de um PMO e como evitar a  mortalidade. 


O Seminário começou com a palestra do 7° PMP do Brasil, "Farhad Abdollahyan" que falou sobre como implantar um novo PMO ou reenergizar um PMO existente. Farhad apresentou o método britânico P3O® (Escritórios de Portfólio, Programa e Projeto), alinhado ao PRINCE2, MSP® e ao M_o_R® do Cabinet Office. Este modelo combina um conjunto de princípios, processos e técnicas que facilitam o gerenciamento efetivo de portfólio, programa e projeto por meio de estruturas de apoio, capacitação e desafio.

Critérios para escolha do modelo P30
  • É necessário saber quantos projetos e programas pode controlar e monitorar
  • Atuar na governança através do suporte e auditoria
  • Necessidade da gestão através da falta de planejamento, entrega e qualidades.
O que leva ao fracasso do PMO.
  • Percepção de P30 com overhead
  • Reinventar a roda e outsourcing
  • Dispersa e não integrado.
Justificativa de se ter um P30
  • Definir claramente qual o problema.
  • Identificar os stakeholders.
  • Quais indicadores são necessários.
  • Contribuição aos benefícios estratégicos.

De acordo com Farhad, antes de implantar um P30, deve ser feito um diagnóstico sobre o real problema e necessidades.

Tendência para os próximos anos. O PMO trabalhar mais próximo dos stakeholders.

Em seguida, teve a apresentação da "Heloiza Magrin", que falou sobre o que leva ao fracasso na implantação de PMO's. Foi ressaltado que a causa raiz do fracasso de um PMO é a falta de ser ter foco no cliente. O PMO precisa estar baseado em conceitos, processos e ferramentas, mas acima de tudo, precisa ter foco no Cliente, afirma Heloiza. Ela também apresentou metodologias atuais como Design Thinking, Lean e Canvas Models que auxiliam na implantação de um PMO sustentável.


O seminário, também contou com a presença do "Luiz Del Col abordará", autor do livro "PMO peso pesado". Luiz comentou sobre a importância de se ter uma equipe no PMO que seja apaixonada por cobrar e controlar. Ele explica que para o PMO chegar ao sucesso, precisa ter: cobrança e controle, remoção do "TBD", suporte ao GP, interpretação do status, remoção de tapetes, priorização, time to market e escalation, além da paixão da equipe em atuar no PMO.
Se você não é apaixonado por cobrar e controlar, então você pode ser tudo, menos um PMO.
Luiz explanou sobre Kit que cada PMO deve ter para conseguir exercer bem o seu papel. Dentre os itens do Kit estão relacionados: templates, WBS, Lista de contatos, Matriz de papeis e responsabilidades, Follow ups, Caminho crítico, Status Report, Atas de reuniões, Cronograma, Curva S, Marcos do cronograma, Dashboard, gestão à vista e ferramentas de trabalho.

O seminário também contou com apresentações de três cases de sucessos em organizações públicas, bancárias e multinacionais. Foram ilustrados modelos de status report, reuniões de comitês e suas periodicidades, processo de seleção e priorização dos projetos, tamanho da equipe do PMO, quantidade de projetos das carteiras, pontos chaves para o sucesso na implantação e os desafios enfrentados.

Com ótima qualidade e excelente conteúdo, o seminário possibilitará implantação de PMOs sólidos, sustentáveis e que não atingirão a taxa de mortalidade de dois anos e meio. O seminário contribuiu também para um momento de reflexão sobre os PMOs existentes nas organizações. O PMO está exercendo bem o seu papel? O PMO ainda está agregando valor à organização? Já está na hora de reinventar o PMO? 


Utilize as dicas apresentadas no seminário e tenha sucesso no seu PMO.

By PMO em Foco.




Quatro reuniões que não podem ficar fora do seu projeto

Postado por: Nilton Lopes - 7/13/2014
O gerente de projeto despende cerca de 90% do seu tempo com a comunicação seja ela formal através de e-mail e atas de reunião ou informal em um cafezinho no meio da tarde ou uma simples orientação de como executar determinada tarefas. E como utilizar bem o tempo em reuniões? Neste post falaremos sobre as principais reuniões de um projeto e qual é o objetivo de cada uma.

As reuniões de projetos estão vinculadas ao ciclo de vida do projeto e ocorrem em momentos específicos de cada ciclo. Podemos citar as reuniões abaixo, como as mais importantes.

1. Reunião de Brainstorming (Brainstorming meeting)
As reuniões de brainstorming ajudam você a entender melhor os fatores internos e externos que podem afetar o seu projeto. Nesta reunião você pode obter as informações necessárias para elaboração do Termo de Abertura a ser aprovado pelo patrocinador.

2. Reunião de Partida (kickoff meeting)
O objetivo da reunião kickoff é apresentar os objetivos do projeto para equipe, apresentar os principais envolvidos no projeto, estimular o engajamento da equipe e conhecer as expectativas. Esta reunião é realizada após a aprovação do Termo de Abertura.

3. Reunião de acompanhamento (follow-up meeting)
As reuniões de acompanhamento são realizadas para verificar o andamento do projeto. Podemos ter vários tipos de reunião de acompanhamento, tais como:
- Reunião de acompanhamento com a equipe;
- Reunião de acompanhamento com a gerência;
- Reunião de acompanhamento com cliente.
- Reunião de Status report

4. Reunião de Encerramento ou de Entrega do projeto (end up meeting)
A reunião de encerramento ou entrega pode ser realizada em duas partes. A primeira reunião o gerente de projeto faz com a equipe do projeto com o intuito de revisar o documento de lições apreendidas, eleger as lições mais relevantes e finalizar toda documentação de projeto. A segunda parte é realizada com o gerente de projetos e o patrocinador, onde são revisadas as entregas e a formalização do encerramento do projeto.

As reuniões de projetos ajudam você planejar melhor o projeto, monitorar o progresso e resolver problemas e questões rapidamente. Nos próximos posts, daremos algumas dicas de como realizar reuniões com sucesso e efetividade.



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